Sabem quando vocês adoptam uma tese que, apesar de não quererem adoptar, têm de o fazer porque é a melhor que se aplica ao caso? Habituam-se de tal forma a ela que já nem vos incomoda o facto de ser uma tese péssima. Há uma conformação que, com o tempo, já nos é indiferente.
Mas depois acontece algo que vai mudar todo o curso da situação. A tese já não faz sentido depois do que aconteceu, não bate certo. E então ficamos na dúvida. As coisas não são lineares. Porquê?
Até um certo momento achamos que sabemos tudo e, no fim, pairamos num mar de incertezas. E esse acontecimento é positivo, daí não encaixar na tese primária!
Então, o que fazer? Deixar de lado as teses e conformarmo-nos com a teoria de haver situações injustificáveis? E como agir perante essa nova situação? Aceitar? E se não der? E se precisarmos de explicações? E se estas não existirem?
Estas filosofias dão cabo de mim...
sexta-feira, 19 de junho de 2009
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3 comentários:
Uma tese é como um mapa - sem ele não se vai lá, mas tem de se ir actualizando à medida que as coisas se desenvolvem ;-)
Mas não há nenhuma que se encaixe tendo em conta todas as circunstâncias...
Precisamente... logo a palavra-chave é flexibilidade ;-)
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